23 de agosto de 2019 - 08:22

Cultura

Somos mulheres, negras , quilombolas e empoderadas

 

 

Portas e portais de Tereza: Pelo mundo das artes nas andanças da história, de nossa terra e de nossa gente 

Nos rebusquemos na Ancestralidae e eis que surgem imagens, cheiro e cor! Sim cheiro ... Da tinta que aguça o rememorar e o recontar de uma história não dispostas nos livros, mas sentida do vivenciar de uma mulher que atribuía com a alegria o senso de labutar de forma cooperada. Gilda, nossa artista, nos desvela um mundo de Terezas, com suas cores, com suas interpretações acerca da historicidade, silenciamentos materializados em suas telas.

 Essa essência do colaborar, e do cooperar é presente na vida da artista, porque suas exposições conjuntas e de caráter militante traz no bojo de seus delíneos práxis da nossa ícone Tereza de Benguela.

 Professora, artista e com o afã de orientar no desvelar quanto as discriminações e preconceitos, Gilda lança mão da arte para representar as religiosidades de matriz africana, com respeito e pesquisa acerca da temática. Talvez um dos temas cujo o gargalo a ser enfrentado no processo educacional e social seja um dos mais perversos! Mas com a maestria do pincel, e com a vontade de possibilitar a sociedade acessar outros portais, sua pintura encanta pelo traçado inovador, não de estilo do ato de pintar, mas do ato de imprimir releituras outras sobre o mundo feminino, sobre a negritude, e a história.

 Psiuuu... silêncio... vamos apreciar agora os gritos, as falas que estão impressas e expressas nas telas por meio das iconografias Gildinianas que atravessa portas e portais para descreve o mundo da negritude e de muitas Terezas. 

Axé!

 Silviane Ramos


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