25 de outubro de 2026

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Falta de luz atrapalha votação em escolas do Rio, mas urnas funcionam

Cidades Eleições 25/10/2026 16:12 Assessoria de imprensa - Meia Hora meiahora.com.br Rio de Janeiro RJ

Mesários usaram flash de celular para orientar eleitores no Rio de Janeiro devido a blecaute no segundo turno, porém as urnas eletrônicas seguiram normais graças à bateria reserva.

A queda de energia gerou momentos de dificuldade para os moradores do Rio de Janeiro na manhã deste domingo (25), durante o segundo turno das Eleições Gerais de 2026.

No centro educativo Gomes Freire de Andrade, localizado na Penha, Zona Norte da cidade, a ausência de luz obrigou a mesa eleitoral a usar o flash dos celulares para garantir a visibilidade e o atendimento aos cidadãos que estavam votando.

**Pontos principais da ocorrência:**
  • A votação não foi interrompida em nenhum momento, pois as urnas possuem bateria de reserva.
  • Mais de 100 aparelhos substituídos no Rio, totalizando 132 unidades trocadas.
  • O problema elétrico também afetou escolas na Taquara, Penha Circular e Magalhães Bastos.
  • A taxa de troca de urnas é a mais baixa em comparação com anos anteriores.
  • O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) monitora a situação e garante a segurança do processo.

Apesar da falta de eletricidade, o sistema eleitoral manteve sua integridade. As urnas eletrônicas funcionaram normalmente graças a uma reserva de bateria interna que possui alta autonomia, permitindo que a votação prosseguisse sem interrupções.

Outras regiões do Rio de Janeiro também foram afetadas

A instabilidade na rede elétrica não se limitou à Zona Norte. Houve relatos de falta de luz no CIEP Compositor Donga, situado na Estrada do Boiúna, na região da Taquara, Zona Oeste. Além disso, alguns pontos nas áreas da Penha Circular e Magalhães Bastos também sofreram com o apagão.

Michael Kovacs, secretário de Tecnologia da Informação do TRE-RJ, explicou que a infraestrutura das máquinas é robusta. Ele afirmou que conseguem controlar o tempo de uso da bateria para que ela dure o dia inteiro de votação.

Conforme Kovacs, em caso de modelos de urnas mais antigos ou dúvidas sobre a autonomia, a equipe leva baterias externas ou geradores para garantir o funcionamento até que a energia seja restabelecida. O órgão também acionou as empresas de energia elétrica para resolver o problema rapidamente.

Estatísticas de substituição de urnas no Rio de Janeiro

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) divulgou que 132 urnas foram substituídas até as 14h deste domingo. Esse total corresponde a apenas 0,35% do universo de equipamentos utilizados no pleito.

Esse número é menor do que o registrado no mesmo período do primeiro turno, quando a taxa de troca foi de quase 0,70%. Durante a votação anterior, 240 máquinas precisaram ser trocadas.

A tendência de queda na quantidade de falhas é clara: nas eleições de 2022, a troca de aparelhos foi de 3,07% (1.047 urnas). Já nas eleições municipais de 2024, foram apenas 347 trocas. O TRE-RJ promete divulgar os números consolidados até a segunda-feira (26).

O secretário Kovacs reforçou que os problemas são comuns, como papel atolado na impressora ou no dispositivo do eleitor. Ele classificou a situação atual como dentro do esperado e inferior aos limites registrados em eleições passadas.

Embora o TRE-RJ não tenha informado quantas zonas eleitorais foram impactadas pela falta de luz, a secretaria garantiu que, mesmo com a instabilidade, as baterias externas e geradores foram acionados para manter a segurança operacional, assegurando que a votação não fosse paralisada.


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