09 de outubro de 2026

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Governo libera quase 8 bilhões de reais para baratear o diesel

Economia Combustíveis 09/10/2026 11:38 Agência Brasil, Tribuna do Paraná tribunapr.com.br

O governo federal autorizou o uso de R$ 7,52 bilhões para subsidiar a produção e importação de combustíveis, com foco principal no diesel rodoviário. A medida visa reduzir o preço final para consumidores e empresas.

O governo federal liberou a quantia de R$ 7,52 bilhões para financiar subsídios à produção e importação de combustíveis. A maior parte do valor, que corresponde a R$ 6,17 bilhões, será destinada ao diesel de uso rodoviário. Os R$ 1,35 bilhão restantes vão para outros derivados de petróleo.

As informações são da Agência Brasil. O crédito extraordinário foi autorizado nesta sexta-feira (9) por meio da Medida Provisória nº 1.395. Os recursos serão repassados ao Ministério de Minas e Energia, que os destinará à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

  • O total liberado é de R$ 7,52 bilhões.
  • R$ 6,17 bilhões vão especificamente para o diesel rodoviário.
  • R$ 1,35 bilhões serão usados para outros tipos de combustíveis.
  • A autorização saiu pela Medida Provisória nº 1.395.
  • O Ministério de Minas e Energia repassará os fundos à ANP.

Como funcionam os subsídios

O dinheiro será usado para cobrir despesas relacionadas a ações de subvenção econômica previstas em medidas provisórias editadas neste ano. Subvenção econômica é quando o governo arca com parte do custo de um produto para reduzir seu preço final.

Essa ação busca aliviar o impacto inflacionário nos preços dos combustíveis, que afetam diretamente o transporte de cargas e passageiros. Ao subsidiar a produção e a importação, o Estado interfere no custo de formação do litro vendido ao consumidor.

Entenda o crédito extraordinário

Créditos extraordinários são autorizações de gastos usadas pelo governo para atender despesas urgentes e imprevisíveis, conforme previsto na Constituição Federal. Eles não devem comprometer as metas fiscais do governo, devendo ser cobertos por receitas extras ou superávits.

Neste caso, a medida provisória serviu como instrumento legal para viabilizar o fluxo de recursos ao setor energético, garantindo a continuidade das políticas de apoio ao preço dos combustíveis no mercado nacional.


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