07 de outubro de 2026

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Trump avisa Putin sobre suspeita de peste na Sibéria

Mundo Peste 07/10/2026 08:40 Estadao Conteudo | Notícias ao Minuto noticiasaominuto.com.br

O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou que entrará em contato com o líder russo, Vladimir Putin, para discutir um caso suspeito de peste pneumônica na região da Sibéria. A investigação foi aberta após a morte de uma funcionária de um instituto de pesquisa antipeste. A Organização Mundial da Saúde (OMS) avaliou que o risco de contágio fora da Rússia é muito baixo, embora autoridades americanas estejam em discussões aprofundadas sobre o tema.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta terça-feira (6) que tem uma conversa telefônica agendada com o presidente russo, Vladimir Putin. O objetivo da ligação é tratar de um possível caso de peste pneumônica identificado em um instituto de pesquisa localizado na Sibéria.

Em uma conversa informal com jornalistas na Casa Branca, Trump confirmou que abordará o assunto com o líder russo "muito em breve". As autoridades de saúde estão investigando o incidente após a morte de uma funcionária de um instituto especializado no combate à peste. De acordo com os registros iniciais, a causa da morte foi classificada como pneumonia de origem desconhecida.

Detalhes da investigação e reações

  • Trump confirmou ligação com Putin para tratar do caso na Sibéria.
  • A OMS classifica o risco de epidemia fora da Rússia como "muito baixo".
  • Morreu uma funcionária do Instituto de Pesquisa Antipeste de Irkutsk.
  • O presidente dos EUA chamou a bactéria de "exército" de micróbios.
  • Estados Unidos se disseram dispostos a ajudar a Rússia no controle da doença.

Avaliação da OMS e resposta dos EUA

Quando questionado sobre as informações reunidas pela comunidade de inteligência dos Estados Unidos, Trump afirmou que o governo americano está em "discussões muito profundas" sobre o tema. "Vamos poder falar sobre isso, provavelmente amanhã", disse o presidente.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou também nesta terça-feira que o episódio representa um risco "muito baixo" para o resto do mundo, fora da Rússia. A agência das Nações Unidas disse estar em contato direto com as autoridades russas após os relatos da morte, ocorrida na semana passada, de uma mulher que trabalhava no Instituto de Pesquisa Antipeste de Irkutsk, na Sibéria e no Extremo Oriente.

Na segunda-feira, Trump havia declarado que os Estados Unidos estariam dispostos a ajudar a Rússia a lidar com a situação. "É uma doença complicada. É uma doença que a gente costumava conseguir controlar, mas, de alguma forma, esses micróbios ficaram mais fortes e mais espertos. Eles são como um exército", afirmou o presidente americano.


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