08 de outubro de 2026

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Polícia Civil prende alvos de fraude milionária em contratos de saúde

Polícia Fraude 08/10/2026 05:23 Portal da Cidade Sumaré sumare.portaldacidade.com Nova Odessa SP

Operação Sangria apreende carros, dinheiro e equipamentos após investigar desvio de recursos públicos de saúde em Nova Odessa, SP. Secretário municipal é um dos alvos.

A Polícia Civil deflagrou nesta quarta-feira (7) a Operação Sangria para investigar suspeitas de fraude em contratos da Saúde, peculato e lavagem de dinheiro envolvendo a Prefeitura de Nova Odessa, no interior de São Paulo.

Nove mandados de busca e apreensão são cumpridos simultaneamente em Campinas, Nova Odessa, Hortolândia e Indaiatuba. Entre os principais alvos das investigações está o secretário municipal de Saúde de Nova Odessa, Lucas Bento.

  • A operação visa identificar fraudes em contratos públicos da área da saúde.
  • Os suspeitos respondem por peculato (desvio de dinheiro público) e lavagem de dinheiro.
  • Foram apreendidos cinco veículos e R$ 49 mil em espécie.
  • O caso começou após a prisão de um homem com R$ 30 mil em Campinas no final de 2025.
  • O secretário de Saúde de Nova Odessa é um dos investigados.

Dinheiro, veículos e equipamentos são apreendidos

Até a última atualização, a operação havia resultado na apreensão de cinco veículos e R$ 49 mil em dinheiro, além de celulares, computadores e documentos.

Segundo a Polícia Civil, as equipes realizam buscas em endereços residenciais, comerciais e funcionais para localizar provas do esquema.

Investigação começou após apreensão de dinheiro

A investigação teve início em dezembro de 2025, após a apreensão de R$ 30 mil em espécie em Campinas. De acordo com a Polícia Civil, a apuração identificou indícios de que o dinheiro seria destinado a um agente público relacionado ao contrato sob investigação.

A partir desse episódio, os investigadores passaram a apurar possíveis irregularidades envolvendo contratos públicos da área da Saúde na região.

Coordenação da Operação Sangria

A operação é coordenada pelo Setor de Controle de Lavagem de Dinheiro (Seccold), ligado à Divisão de Investigação Criminal (DIG/DEIC) do Departamento de Investigações da Regional 9 (Deinter 9), de Piracicaba.

De acordo com a Polícia Civil, o nome Sangria faz referência à suspeita de desvio contínuo e progressivo de recursos que deveriam ser destinados aos serviços de saúde.

As investigações continuam, e novas informações poderão ser divulgadas pelas autoridades conforme o avanço da operação.

Importante: até o momento, os fatos são objeto de investigação. A realização das buscas e a condição de alvo da operação não significam, por si só, condenação ou comprovação das suspeitas contra os investigados.


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