Descubra quais grupos de eleitores podem pular a fila na votação deste domingo. Idosos com mais de 80 anos têm prioridade absoluta, mas outros públicos, como gestantes e pessoas com deficiência, também têm vantagens na fila.
Neste domingo (4), os 158,7 milhões de eleitores que comparecerão às urnas deverão votar em cinco cargos em disputa no primeiro turno deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente da República.
Caso haja fila nas seções de votação, a legislação estabelece públicos prioritários que podem votar antes dos demais.
- Idosos com 80 anos ou mais têm prioridade absoluta na fila.
- Pessoas com deficiência e mobilidade reduzida podem votar antes da maioria.
- Gestantes, lactantes e quem carrega crianças de colo têm prioridade.
- Profissionais de segurança e da Justiça Eleitoral também têm vantagem na fila.
- A prioridade para idosos 80+ se estende ao seu acompanhante.
Quem tem prioridade absoluta para votar
A prioridade absoluta, ou seja, aqueles que passam na frente de qualquer pessoa na fila, são os eleitores com mais de 80 anos. Independentemente do horário de chegada, ele deve passar na frente dos demais e essa prioridade é estendida ao acompanhante do eleitor prioritário.
Outros públicos que podem votar antes
Além dos idosos com mais de 80 anos, outros grupos também têm prioridade na fila. A lei garante o direito de votar antes da população geral para os seguintes grupos: idosos com 60 anos ou mais; pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida; enfermos; autistas; obesos; gestantes; lactantes; pessoas com crianças de colo; e doadores de sangue.
Profissionais da eleição também têm prioridade
Profissionais envolvidos na organização do pleito também terão prioridade na fila para garantir a agilidade do processo. Entre eles estão: candidatas e candidatos; juízes eleitorais e seus auxiliares; servidores da Justiça Eleitoral; promotores eleitorais; e militares/agentes de segurança em serviço.


Eleitores votam no 1º turno em seção eleitoral no Colégio Maria Raythe, na Tijuca, zona norte da cidade. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil


