04 de outubro de 2026

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Vereador de Teresina é preso suspeito de comprar votos nas eleições

Política Eleições 04/10/2026 10:10 Ilanna Serena, Marcelo Magno, g1 PI, TV Clube g1.globo.com Teresina PI

O vereador Valdemir Virgino foi um dos 18 detidos pela Polícia Federal em Teresina sob suspeita de corrupção eleitoral. A ação resultou na apreensão de dinheiro, listas de eleitores e materiais de campanha.

O vereador de Teresina, Valdemir Virgino (PRD), está entre as 18 pessoas presas em flagrante no sábado (3) por suposta prática de corrupção eleitoral, conhecida popularmente como compra de votos, na capital piauiense. A informação foi confirmada pela Justiça Eleitoral.

O g1 tenta localizar a defesa do parlamentar para obter esclarecimentos sobre a situação. Valdemir Virgino deve passar por audiência de custódia neste domingo (4). Até a última atualização desta reportagem, a Justiça Eleitoral não havia confirmado oficialmente se o parlamentar está entre os presos suspeitos de corrupção eleitoral e associação criminosa.

  • A operação ocorreu na véspera do primeiro turno das eleições de 2026.
  • Foram apreendidos dinheiro em espécie, listas de eleitores e materiais de campanha.
  • 16 dos presos foram autuados apenas por corrupção eleitoral.
  • Outros dois foram autuados por corrupção eleitoral e associação criminosa.
  • A investigação segue para identificar outros responsáveis.

Detalhes da operação policial

Segundo a Polícia Federal, as 18 pessoas foram presas em Teresina com materiais de campanha eleitoral, dinheiro em espécie armazenado em pacotes, documentos, listas e anotações com informações de eleitores.

Delas, 16 pessoas foram autuadas por corrupção eleitoral. As outras duas foram autuadas por corrupção eleitoral e também por associação criminosa.

Investigação e próximos passos

Os outros investigados não tiveram os nomes divulgados. Eles foram conduzidos à sede da Polícia Federal em Teresina para os procedimentos de polícia judiciária.

Os materiais apreendidos serão analisados, e as investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos e identificar eventuais responsabilidades. O g1 também tenta contato com a Câmara de Teresina.


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