27 de outubro de 2026

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STF decide sobre banimento de apostas esportivas (bets) em audiência pública

Política Bets 27/10/2026 08:30 Jovem Pan jovempan.com.br Brasília DF

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, agendou uma reunião para discutir os efeitos econômicos da nova lei que proíbe a publicidade e a oferta de apostas de valor fixo (bets) no Brasil. A audiência acontecerá em novembro, com a participação do governo, empresas do setor e clubes de futebol.

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para 3 de novembro, às 10h, uma audiência pública para discutir os impactos econômicos da medida provisória (MP) relacionada às apostas esportivas, conhecidas como bets. A reunião será realizada na sala de sessões da Segunda Turma da Corte e contará com representantes do governo, associações do setor, entidades empresariais e clubes de futebol.

A decisão, assinada nessa segunda-feira (26), atende a pedidos da Advocacia-Geral da União (AGU), das partes envolvidas nos processos e de entidades que participam das ações como interessadas.

  • A audiência foi agendada para o dia 3 de novembro, às 10h, na sede do STF em Brasília.
  • Medida Provisória editada por Lula foi publicada em 25 de setembro e veda a exploração de apostas de quota fixa.
  • Representantes do setor privado recorrem ao STF para tentar derrubar a norma.
  • Grande parte dos clubes de futebol do Brasil, como Flamengo, Corinthians e Cruzeiro, participará da discussão.
  • O governo federal defende a validade da lei, enquanto a indústria pede a suspensão dos efeitos da proibição.

Quem participará da audiência pública

Entre os participantes previstos estão:

  • Ministério da Fazenda;
  • Procuradoria-Geral da República (PGR);
  • Confederação Nacional da Indústria (CNI);
  • Confederação Brasileira de Futebol (CBF);
  • Flamengo;
  • Fluminense;
  • Botafogo;
  • Cruzeiro;
  • São Paulo;
  • Corinthians;
  • Ponte Preta;
  • Portuguesa.

Contexto da medida provisória

A medida provisória editada pelo presidente Lula (PT) foi publicada em 25 de setembro e proíbe, em todo o país, a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade de apostas de quota fixa, modalidade que abrange tanto as apostas esportivas quanto os jogos on-line.

Representantes do setor recorreram ao STF para contestar a medida e pedir a suspensão de seus efeitos. A AGU, por sua vez, defende a validade da MP e solicitou à Corte que rejeite as ações apresentadas contra a norma.


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