30 de outubro de 2026

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Antioxidantes explicados: saiba como eles protegem suas células e onde encontrá-los

Saúde 30/10/2026 10:59 MALTTA | G1 g1.globo.com

Entenda o que são antioxidantes, como a astaxantina e a vitamina C funcionam no corpo e descubra as melhores fontes naturais para manter sua saúde em dia.

Os antioxidantes estão presentes em diversos alimentos e também despertam grande interesse na suplementação nutricional. Entre os compostos mais estudados nesse contexto, destacam-se a vitamina C, famosa por estar em frutas cítricas, e a astaxantina, um pigmento natural encontrado em algumas microalgas e organismos aquáticos.

Muitas marcas, como a Maltta Nutrition, oferecem a astaxantina em cápsulas, ampliando as opções para quem busca complementar os cuidados com a alimentação. Antes de entender como esses compostos podem entrar na sua rotina, é fundamental conhecer o que são os antioxidantes e por que eles são tão importantes para o funcionamento do organismo.

Resumo Rápido: Pontos-Chave sobre Antioxidantes

  • Antioxidantes protegem as células contra o dano causado por moléculas chamadas radicais livres.
  • A astaxantina é um pigmento natural encontrado em peixes como salmão e camarão.
  • A vitamina C é essencial para a formação de colágeno e para o sistema imunológico.
  • O excesso de radicais livres pode causar o estresse oxidativo, afetando a saúde.
  • A suplementação deve ser orientada por um profissional de saúde, especialmente para gestantes e crianças.

O que são antioxidantes e como eles atuam no organismo

Os antioxidantes são substâncias que ajudam a proteger as células contra os efeitos de moléculas oxidantes, incluindo os radicais livres. Essas moléculas são produzidas naturalmente durante processos do corpo, como a geração de energia.

Embora os radicais livres sejam frequentemente associados a efeitos negativos, eles não são necessariamente prejudiciais em todas as circunstâncias. Em quantidades adequadas, eles participam de funções importantes, como a defesa contra microrganismos e a comunicação entre as células.

O problema surge quando há um excesso dessas moléculas em relação à capacidade de defesa do organismo. Esse desequilíbrio, conhecido como estresse oxidativo, pode afetar estruturas celulares importantes, como lipídios, proteínas e o DNA.

É nesse cenário que os antioxidantes cumprem seu papel. Eles integram os mecanismos de defesa do corpo e ajudam a controlar as reações oxidativas, contribuindo para a manutenção do equilíbrio celular. Por isso, falar sobre antioxidantes não significa eliminar os radicais livres, mas sim compreender como o corpo mantém o equilíbrio entre a produção dessas moléculas e seus mecanismos de proteção.

Astaxantina: o que é esse antioxidante

A astaxantina é um carotenoide, uma classe de pigmentos naturais que também inclui o betacaroteno. Ela é produzida principalmente por algumas microalgas e pode chegar a animais que se alimentam desses organismos, como salmão, truta, camarão e krill.

É esse pigmento que contribui para a coloração rosada ou avermelhada característica de alguns desses animais. O interesse científico pela astaxantina está relacionado principalmente às suas propriedades antioxidantes e à maneira como ela interage com diferentes estruturas celulares. Suas características químicas fazem desse composto um tema de investigação em áreas como estresse oxidativo, saúde da pele, metabolismo e saúde cardiovascular.

A astaxantina também vem sendo estudada no contexto da atividade física, especialmente em pesquisas sobre marcadores relacionados ao estresse oxidativo, desempenho e recuperação após o exercício. Essas investigações ajudam a ampliar o conhecimento sobre o composto, embora os resultados variem conforme o objetivo estudado e as características das pesquisas.

Assim, é importante diferenciar o potencial investigado de benefícios já comprovados em seres humanos. Crianças, gestantes e lactantes devem buscar orientação profissional antes de iniciar a suplementação com astaxantina.

Como a astaxantina pode fazer parte da suplementação

Para quem deseja conhecer outras possibilidades de complementar a rotina nutricional, existem opções como a astaxantina em cápsulas, obtida a partir da microalga Haematococcus pluvialis. O produto integra portfólios voltados à suplementação, com destaque para um carotenoide reconhecido por sua atividade antioxidante.

Sua inclusão em uma estratégia nutricional deve considerar as necessidades individuais e as orientações de um profissional de saúde.

Vitamina C: muito além da ação antioxidante

A vitamina C, também chamada de ácido ascórbico, é um nutriente essencial que precisa ser obtido por meio da alimentação, já que o organismo humano não consegue produzi-la em quantidade suficiente. Sua atuação vai além da proteção antioxidante. A vitamina C também participa da formação de colágeno, contribui para o funcionamento normal do sistema imunológico e favorece a absorção de ferro presente nos alimentos.

Entre suas principais fontes alimentares estão frutas cítricas, acerola, goiaba, kiwi, morango e vegetais como o pimentão. Manter uma ingestão adequada desse nutriente é importante para atender às necessidades do organismo.

Quando a alimentação não fornece quantidades suficientes ou existe uma necessidade específica, a suplementação pode ser uma grande aliada.

Astaxantina e vitamina C: como esses compostos se relacionam

A astaxantina e a vitamina C despertam interesse quando o assunto é proteção antioxidante, mas apresentam características químicas diferentes. A astaxantina é lipossolúvel, ou seja, tem afinidade com gorduras. A vitamina C, por sua vez, é hidrossolúvel, apresentando afinidade com a água.

Essas diferenças influenciam a maneira como cada composto se comporta no organismo e participa dos sistemas antioxidantes. Por isso, os dois compostos podem ser considerados dentro de uma estratégia nutricional que busca atender a diferentes necessidades. Entretanto, essa complementaridade não significa que a combinação necessariamente produza um efeito superior ao uso individual.

Na prática, a escolha de um suplemento deve considerar sua composição, a necessidade nutricional, a alimentação habitual e as orientações de um profissional de saúde. O objetivo não é acumular diferentes antioxidantes, mas compreender quais nutrientes fazem sentido para cada pessoa e como eles podem complementar uma rotina equilibrada.

Quem pode considerar a suplementação com antioxidantes

A suplementação pode ser útil em situações nas quais existe ingestão insuficiente de determinado nutriente ou uma necessidade identificada na avaliação individual. No caso da vitamina C, é importante garantir que a alimentação forneça quantidades adequadas. Quando isso não acontece, a suplementação pode ser uma alternativa para complementar a ingestão.

A astaxantina, por sua vez, é um composto bioativo estudado por seu potencial antioxidante e por possíveis aplicações em diferentes áreas da saúde.


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